5 livros para quem curtiu A Culpa é das Estrelas

A nossa sessão “Se você leu…” de hoje traz cinco indicações para os leitores que se emocionaram com a história de Hazel em A Culpa é das Estrelas. Para isso, contaremos com trechos de resenhas de grandes nomes da blogosfera nacional. Espero que curtam a nossa seleção e fiquem à vontade para indicar outros títulos.

Tudo e Todas as Coisas – Nicola Yoon

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O Best-seller #1 do New York Times que inspirou o filme com Amandla Stenberg e Nick Robinson!

Se você curtiu Eleanor e Park, Hazel e Augustus, e Mia e Adam, você vai adorar a história de Maddy, uma garota que é literalmente alérgica ao mundo exterior, e Olly, o menino que se muda para a casa ao lado. . . e se torna o maior risco que ela já correu. Este romance inovador e emocionante é contados através de mensagens, anotações de diários, ilustrações e muito mais.

Tudo envolve riscos. Não fazer nada também é arriscado. A decisão é sua.

“A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla.

Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente da casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly.

Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”

“É um romance puro e singelo, que surgiu de forma simples e intensa. É um livro sobre escolhas. É sobre amor. É sobre viver plenamente. É sobre amar intensamente. É sobre querer realizar seus sonhos.” – Leitora Sempre

Tudo e Todas as Coisas é um young adult super fofo e com personagens cativantes que tem tudo para conquistar seu coração através da escrita da Nicola Yoon e as diversas formas que ela acha para representar essa história. Sejam nos relatórios de vigia, nos prontuários médicos, nos desenhos, nas resenhas curtas ou na presença de um astronauta sempre atento.” – Resenhando Sonhos

Juntando os Pedaços – Jennifer Niven

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A autora de Por Lugares Incríveis, bestseller do The New York Times,  retorna com uma nova história arrebatadora sobre o que significa enxergar alguém – e amá-lo – por quem ele realmente é.

Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca… mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares.

Mas ninguém sabe disso — até o dia em que ele encontra a Libby. Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito.

“… a mensagem positiva e alegre de Juntando os Pedaços aquece o coração. Os diálogos leves e fluídos, os personagens cativantes, as situações comuns, a mensagem clara e direta. Com esse livro Jennifer Niven ganhou um lugar no meu coração, toda envolta em raios de sol.” – Queria Estar Lendo

“Uma coisa importante a dizer é que, apesar dos temas complexos e desses dois personagens tão maltratados pela vida, Juntando os Pedaços é uma história fofa e divertida sobre o amor – tanto o amor por si mesmo, quanto o amor doce e jovem que começa no ensino médio. Quem já conhece a escrita da autora pode acabar esperando que esse livro seja tão obscuro e dramático quanto Por Lugares Incríveis. Contudo, saliento que apesar de falar sobre temas difíceis o livro é, antes de qualquer coisa, jovem e leve. Mas isso não significa que ele peque em profundidade ou em reflexão, muito pelo contrário. Em suma, só posso dizer que vale muito a pena dar uma chance para esses personagens carismáticos e marcantes.” – Livros e Fuxicos

Eleanor & Park – Rainbow Rowell

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Abrangendo a duração de todo um ano escolar, essa é uma história sobre dois jovens de dezesseis anos, bastante espertos para saber que o primeiro amor quase nunca dura, mas corajosos e desesperados o suficiente para tentar. Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek.

Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. 

Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Eleanor & Park é um livro apaixonante, muito bem balanceado entre romance e drama, de uma forma leve. Os personagens transbordam empatia e estão se descobrindo ao longo da narrativa. Não são nada perfeitos, seja fisicamente ou psicologicamente. E isso é o que os torna tão reais e marcantes. Juntos, Eleanor e Park passam a se ajudar e enfrentar os problemas da vida, sendo um o conforto do outro. A narrativa da Rainbow Rowell é bem simples e direta, o que faz a história fluir bem rápido. É um livro muito bonito e tocante, que te deixa fissurado, sem conseguir fecha-lo até de fato a história acabar. Pelo menos comigo foi assim!” – Um Viciado em Livros

“O livro é delicado, inocente e explora os sentimentos mais puros de um adolescente, nos faz apaixonar pelos personagens não só pelas diferentes personalidades de Eleanor e Park mas também pela maneira como é retratado o relacionamento dos dois ao meio de tantas divergências e problemas que vão gerando a história. O livro é absolutamente envolvente.” – Saberes Literário

O Começo de Tudo – Robyn Schneider

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O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.

O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.

Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz. Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby.

À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?

O Começo de Tudo é aquele tipo de história que te envolve e que quando acaba te deixa sentindo saudade, mas com um sentimento de esperança crescente no coração. Não acho que poderia pedir mais nada.” – Rehab Literária

“Um livro que fala de amizade e recomeços, de amores improváveis que nos ajudam a seguir em frente, de leveza que pode ser encontrada em um simples boneco de neve de folhas (inusitado, mas que graça teria se tudo fosse como manda o figurino?). Um livro muito bem escrito, que me prendeu do começo ao fim e que mereceu minhas cinco estrelas.” – Livro Doce Livro

As Vantagens de Ser Invisível – Stephen Chbosky

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Elogiado pela crítica e adorado pelos leitores, As vantagens de ser invisível – que foi adaptado para os cinemas com Emma Watson, a Hermione de Harry Potter, e Logan Lerman, de Percy Jackson, no elenco, é o livro de estreia do roteirista Stephen Chbosky.

Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

“É difícil expressar em palavras como esse livro me tocou. Eu ri, chorei e senti como se estivesse vivendo as situações que me foram descritas. A abordagem singular é um diferencial, e talvez, por isso, não seja uma obra que todos consigam gostar ou compreender, já que conta com pontos profundos e até um tanto poéticos.” – Palácio de Livros

“O livro todo tem uma carga bastante emotiva. Você não lê uma história apenas, você a vive. As vantagens de ser invisível é daquele tipo de livro que você termina de ler, o fecha e o abraça, olhando para o nada, refletindo sobre tudo o que ele proporcionou para você e tudo o que ele te fez pensar – ao menos, eu fiz isso.” – DNA Literário

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